LUÍS VAZ DE CAMÕES (1524-1580) EM QUILLING
LUÍS VAZ DE CAMÕES (1524-1580) EM QUILLING
Trabalho realizado por alunos do 3.º ciclo do Ensino Básico, sob a coordenação da Professora Julieta Mendes, no âmbito das comemorações do V centenário do nascimento de Luís Vaz de Camões.
Com a colaboração do professor José Carlos Sousa, participaram ainda a turma do 12.º B do Curso de Artes Visuais e os discentes do 12.º D (Curso Profissional de Técnico de Multimédia).
Conhecido como filigrana de papel, o quilling é uma técnica de arte visualmente deslumbrante pela elegância do pormenor, pelo que esta peça representa uma homenagem à força da inspiração e ao génio criativo de Luís de Camões, num encontro que abraça o Oriente.
Este trabalho encontra-se afixado na Escola Básica de Diogo Bernardes.
Conteúdos educativos digitais de preparação para os exames nacionais
Conteúdos educativos digitais de preparação para os exames nacionais
Como preparação para os exames nacionais, a plataforma estudoautonomo.dge.mec.pt disponibiliza mais 3 conteúdos educativos digitais de fácil consulta e disponíveis para download gratuito.
Aceder a estes conteúdos:
Fonte: https://www.dge.mec.pt/noticias/em-contagem-decrescente-para-os-exames-nacionais
Informação aos Encarregados de Educação/Alunos - Provas e Exames 2025
Informação aos Encarregados de Educação/Alunos - Provas e Exames 2025
Dando cumprimento ao estipulado no n.º 6.11 da Norma 02 JNE/2025
"6.11. O diretor da escola deve comunicar atempadamente, pelos meios usuais e que julgue ser mais eficazes, aos encarregados de educação ou aos alunos, quando maiores, a necessidade de estes não serem portadores de telemóveis, smartwatchs, ou outro equipamento proibido, no dia de realização das provas e exames, tendo em conta a possibilidade de, inadvertidamente, se esquecerem destes equipamentos na sua posse durante a realização das provas e exames, o que, obrigatoriamente, implicará a sua anulação. Esta informação deve também ser afixada em local bem visível da escola, bem como ser transmitida pelos respetivos diretores de turma a todos os alunos que realizam provas e exames."
Resumo da Norma 02/JNE/2025 - Ensino Básico
Resumo da Norma 02/JNE/2025 - Ensino Básico
Resumo da Norma 02/JNE/2025 - Ensino Secundário
Resumo da Norma 02/JNE/2025 - Ensino Secundário
Preparação para o futuro
Preparação para o futuro

No dia 2 de junho de 2025 realizou-se, no auditório da Escola Secundária de Ponte da Barca, uma sessão de esclarecimento promovida pelo Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC), dirigida aos alunos do 12.º ano de escolaridade.
A sessão foi dinamizada pela palestrante Dra. Catarina Costa, representante do IPVC, que apresentou a oferta formativa da referida instituição, com destaque para os Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTeSP) e para as Licenciaturas, ambos ministrados nas várias Escolas Superiores do Politécnico. Além disso, foram também prestados esclarecimentos sobre o processo de candidatura ao ensino superior – concurso nacional, concursos especiais, entre outros –, bem como sobre bolsas e apoios disponíveis.
Foram distribuídos dois folhetos informativos aos presentes na sessão, um com a oferta formativa e outro com informação relativa às bolsas e apoios.
Esta sessão foi proporcionada pelo Serviço de Psicologia e Orientação, constituindo uma oportunidade valiosa para os alunos esclarecerem dúvidas e refletirem sobre o seu percurso académico e profissional.
Serviço de Psicologia e Orientação
Camões: Embarca Engenho e Arte – Edição 31
Camões: Embarca Engenho e Arte – Edição 31

“Camões: Embarca Engenho e Arte” – As lágrimas de Inês
(…) Passada esta tão próspera vitória,
Tornado Afonso à Lusitana Terra,
A se lograr da paz com tanta glória
Quanta soube ganhar na dura guerra,
O caso triste e dino da memória,
Que do sepulcro os homens desenterra,
Aconteceu da mísera e mesquinha
Que despois de ser morta foi Rainha.
(…) Estavas, linda Inês, posta em sossego,
De teus anos colhendo doce fruto,
Naquele engano da alma, ledo e cego,
Que a Fortuna não deixa durar muito,
Nos saudosos campos do Mondego,
De teus fermosos olhos nunca enxuto,
Aos montes ensinando e às ervinhas
O nome que no peito escrito tinhas.
(…) Vendo estas namoradas estranhezas,
O velho pai sesudo, que respeita
O murmurar do povo e a fantasia
Do filho, que casar-se não queria,
Tirar Inês ao mundo determina,
Por lhe tirar o filho que tem preso,
Crendo co sangue só da morte indina
Matar do firme amor o fogo aceso.
Luís de Camões, “Os Lusíadas”, III, 118, 120, 122-123.
A história do amor de Inês e Pedro é, sem dúvida, uma das mais comoventes e conhecidas da literatura portuguesa, inspirando o longo e belo episódio de Inês de Castro, no canto III d’”Os Lusíadas”.
Dois jovens, que se amam profunda e incondicionalmente, são vítimas de questões políticas, caindo numa tragédia em que o ódio, a vingança e a morte destroem a sua felicidade.
Face às recomendações dos conselheiros e à pressão do povo, D. Afonso IV, temendo que a relação de Inês com o príncipe D. Pedro, herdeiro do trono, pudesse acarretar perigo para o reino, resolve cortar o mal pela raiz: a bela fidalga galega é condenada à morte!
Quando Inês toma conhecimento desta decisão, vai ter com o rei, rodeada dos filhos, e suplica clemência, por se considerar inocente. Em desespero, implora ao monarca que comute a pena por um degredo.
Preocupa-a, acima de tudo, os filhos, “que tão queridos tinha e tão mimosos, / cuja orfandade como mãe temia” (III, 125), e, então, pede a D. Afonso IV: “A estas crianças tem respeito” (III, 127).
Tudo em vão! A execução de Inês de Castro aconteceu a 7 de janeiro de 1355, em Coimbra.
Anos depois, D. Pedro, já rei de Portugal, declarou que havia casado clandestinamente com Inês, uns tempos antes da sua morte. E foi mais longe… Promoveu o trasladação do seu corpo do mosteiro de Santa Clara de Coimbra para o mosteiro de Alcobaça. E, na estátua do túmulo de Inês, impôs-lhe a coroa.
Quando faleceu, foi sepultado junto da sua amada, a “mísera e mesquinha / Que despois de ser morta foi Rainha”. Os seus túmulos são duas verdadeiras obras-primas da escultura gótica em Portugal.
Neste episódio d’”Os Lusíadas”, Camões mostra Inês como o símbolo do protesto contra o autoritarismo do poder real e os mandamentos da Igreja, assumindo os riscos da liberdade, qual cordeiro angélico e inocente levado ao sacrifício, numa gesta que conduz à coroação do amor que assume a morte e, por isso, se projeta na eternidade.
O amor trágico de Inês e de Pedro, nomeadamente, a versão recriada por Camões, alimentou o imaginário popular, num misto de factos, lenda e mito, transformando-se numa história intemporal, que atraiu e inspirou, ao longo dos séculos, grande número de poetas, escritores e outros artistas de várias nacionalidades, da música ao bailado, da escultura à pintura e ao cinema.
Vamos ouvir a história de Pedro e Inês na voz de Maria de Vasconcelos. A canção, da sua autoria, chama-se “Sempre (D. Pedro e D. Inês)” e faz parte do álbum “As canções da Maria – Especial História de Portugal”.
A Organização
Norma 02/JNE/2025
Norma 02/JNE/2025
Instruções para Realização, Classificação, Reapreciação e Reclamação
de Provas e Exames do Ensino Básico e Ensino Secundário
Visita de estudo ao Museu do Quartzo e Santuário da Senhora da Paz
Visita de estudo ao Museu do Quartzo e Santuário da Senhora da Paz
No passado dia 28 de maio, os alunos com medidas adicionais do Agrupamento, acompanhados dos respetivos professores de educação especial e assistentes operacionais, realizaram uma visita de estudo ao Museu do Quartzo e espaço envolvente, do Santuário da Senhora da Paz, no Barral - Vila Chã S. João.
Das várias atividades realizadas salientam-se: o uso da tecnologia interativa para a exploração, dos minerais e suas características, o uso do quartzo, a história da sua exploração na freguesia, a construção da “Árvore da Paz” e a oferta de flores à Senhora da Paz, elaboradas pelos próprios alunos.
Desenvolveram-se valores como a solidariedade, a partilha, a autonomia e a interajuda e promoveu-se a valorização do património cultural e local. Esta visita proporcionou momentos de convivência, de cooperação entre os envolventes e de socialização, com um almoço convívio. Foi do agrado de todos superando as expectativas.
A alegria e a inclusão são importantes para o bem-estar de todos. Além disso promovem a coesão social e a construção de uma sociedade mais justa e equitativa.
“ A diversidade é a arte da natureza, e a inclusão é a arte da humanidade.”
Carlo Monteghirfo.












