Marco Novo, Especialista em Marketing Digital, Partilha Experiência com Alunos de Ponte da Barca
Marco Novo, Especialista em Marketing Digital, Partilha Experiência com Alunos de Ponte da Barca
Palestra Motivadora Destaca Percursos Profissionais e Estratégias Digitais
Os alunos do Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca foram agraciados com uma inspiradora palestra sobre marketing digital, ministrada pelo experiente profissional Marco Novo. O evento, voltado para estudantes do ensino profissional de multimédia e do 11.º ano, proporcionou uma visão abrangente das estratégias e desafios do mundo digital.
Marco Novo, formado em marketing pelo ISCAP e reconhecido live streamer, compartilhou as suas experiências e “insights” sobre o universo do marketing digital, demonstrando como alcançou o sucesso na sua carreira. Durante a palestra, Marco Novo não apenas discutiu os fundamentos do marketing digital, mas também explorou o seu percurso profissional, desde os primeiros passos até à sua posição atual.
Como live streamer, Marco Novo utiliza várias plataformas como a live Amazon, Youtube, Instagram, X para transmitir conteúdo e interagir com o seu público. Ele salientou a importância da autenticidade e da conexão emocional com os espetadores para construir uma base sólida de seguidores e clientes.
Os alunos presentes tiveram a oportunidade de entender melhor como as estratégias de marketing são aplicadas no ambiente digital, assim como os desafios e oportunidades que surgem nesse cenário em constante evolução.
A palestra de Marco Novo serviu como uma fonte de inspiração e motivação para os estudantes, oferecendo-lhes uma visão prática e realista do mundo do marketing digital e incentivando-os a explorar novas possibilidades nas suas futuras carreiras profissionais.
A escola agradece a presença e a partilha de conhecimentos de Marco Novo desejando-lhe maior sucesso e espera continuar a promover eventos enriquecedores para os nossos alunos.
“Leis, Câmara, Ação: cria o Diário da República do futuro”
“Leis, Câmara, Ação: cria o Diário da República do futuro”
Equipa EmBarca Juvenil da Escola Secundária de Ponte da Barca
apurada para a decisão final (três finalistas)
A Imprensa Nacional-Casa da Moeda, S.A. (INCM) promove, neste ano letivo, a 2.ª Edição do Prémio Diário da República: “Leis, Câmara, Ação: cria o Diário da República do futuro”.
O concurso é uma iniciativa da Unidade do Diário da República da INCM, responsável pela publicação do Diário da República, e enquadra-se na missão de serviço público prosseguida pelo jornal oficial: contribuir para o acesso ao Direito e literacia jurídica da população.
O desafio lançado aos alunos do ensino secundário, acompanhados por professor(es)-orientador(es), é o de, num vídeo de até três minutos, conhecerem o Diário da República de hoje e pensarem o Diário da República do futuro. Como é que o Diário da República se pode aproximar mais dos jovens? O que é que gostavam de encontrar na página? Que projetos é que contribuiriam para uma cidadania mais ativa? Precisamos de mais imagens e de menos texto? De leis em vídeo? De chatbots? De qualquer coisa que ainda nem foi imaginada?
A equipa EmBarca Juvenil, constituída por alunos do 10.º ano de escolaridade, turma C, da Escola Secundária de Ponte da Barca, aceitou o desafio com motivação e empenho e apresentou o vídeo que protagonizou.
Todos os vídeos a concurso estiveram sujeitos a votação pública. O trabalho produzido pelos alunos da equipa EmBarca Juvenil integrou a lista dos 10 mais votados, sendo, por decisão do júri, um dos três finalistas. Facto que consiste em forte motivo de orgulho para os elementos da equipa e restante comunidade educativa.
Em consequência, no próximo dia 29 de fevereiro, o grupo de trabalho marcará presença na cerimónia (com transmissão online) de entrega de prémios, que terá lugar no Edifício da Imprensa Nacional-Casa da Moeda, em Lisboa. Aqui, finda a apresentação sumária, pela equipa, e avaliação dos projetos selecionados, o júri vai deliberar e conhecer-se-ão o vencedor, o 2.º e o 3.º classificados.
A equipa EmBarca Juvenil agradece a todos os que votaram no vídeo e manifesta a ambição e expetativa de alcançar o melhor resultado possível!
Cláudia Santos
Professora Orientadora
Contratação de Escola 2023/2024 - Grupo de Recrutamento - 910 (05-02-2024)
Contratação de Escola 2023/2024 - Grupo de Recrutamento - 910 (05-02-2024)
(Decreto-Lei n.º 132/2012 de 27 de junho)
Contratação de Escola com vista ao suprimento de necessidades temporárias de pessoal docente, para o ano escolar de 2023/2024.
"OPINIÕES DE SEGUNDA" - "Viver é Sonhar…"
"OPINIÕES DE SEGUNDA" - "Viver é Sonhar…"
Aqui há Ciência - Porque é que um lápis colocado dentro de água parece partido?
Aqui há Ciência - Porque é que um lápis colocado dentro de água parece partido?
“Missão Sem Abrigo” – PORTO
“Missão Sem Abrigo” – PORTO
No sábado passado, dia 20 de janeiro, um grupo de alunos da turma C do 12.º ano, inscritos na disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica, participaram numa missão solidária na cidade do Porto.
A atividade, intitulada “Missão Sem Abrigo”, foi articulada com a Comunidade dos Missionários Combonianos da Maia e consistiu na distribuição de alimentação, vestuário e produtos de higiene às pessoas em condição de Sem-Abrigo.
Ajudar aqueles que não têm acesso aos seus direitos mais básicos foi uma experiência inesquecível que proporcionou um horizonte mais amplo a nível cultural, histórico e social. Além disso, permitiu conhecer e conviver com pessoas e realidades diferentes, o que possibilitou alargar aprendizagens e competências.
Num mundo conturbado pela violência e desigualdades sociais, cabe a cada um de nós despertar para a realidade da pobreza. Através da disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica e do Clube da Solidariedade e Voluntariado, tivemos a oportunidade de contribuir para ajudar as pessoas em condição de Sem-Abrigo, os mais vulneráveis da sociedade. Foi, sem dúvida, uma experiência enriquecedora, uma oportunidade para fazer a diferença na vida de alguém, dar um momento de carinho e conforto àqueles que pouco ou nada têm, para além de um sorriso.
Fomos muito bem recebidos, quer na Comunidade dos Missionários Combonianos da Maia, onde encontramos um ambiente acolhedor e onde tivemos importantes momentos de partilha, reflexão e convívio, quer na rua, pelas pessoas socialmente fragilizadas com problemas muito complexos de saúde física e mental, dependências e prostituição. Foram muitas as pessoas, nacionais e estrangeiros, que nos procuraram na busca de tudo aquilo que disponibilizamos, normalmente jovens.
Foi uma experiência para a vida que jamais esqueceremos e que desejamos repetir. Experiência que nos transforma por dentro, tornando-nos seres humanos melhores, e que nos transporta para a ação, na convicção de tornar o mundo melhor.
Alunos do 12.º C do Clube de Voluntariado e Solidariedade
1º Encontro de ginástica acrobática de nível introdutório
1º Encontro de ginástica acrobática de nível introdutório
Na quarta-feira, dia 31 de janeiro decorreu, no mini ginásio da Escola Secundária de Ponte da Barca, o primeiro encontro de ginástica acrobática de nível introdutório. Nesta atividade participaram alunos da Escola de Crasto e alunos da Escola Básica Diogo Bernardes, num total de 20 meninos e meninas com idades compreendidas entre 8 e 10 anos. A prova consistiu num circuito gímnico e numa figura acrobática, com equipas de 4 elementos.
Na assistência, estiveram presentes encarregados de educação e alunos do primeiro ciclo que apoiaram os seus colegas.
Agradecemos a colaboração da aluna Maria Lobo, pela sua arbitragem da prova, da qual se apuraram os três primeiros classificados:
Equipa Ouro: EB Crasto – Geovana; Matilde S.; Beatriz e Luísa
Equipa Prata: EB Diogo Bernardes – Maria João; Rodrigo; Luana e Joana
Equipa Bronze: EB Crasto – Rodrigo Silva; Sara; Mariana e Dinis
As professoras,
Ana Rita Santos e Mafalda Cardoso
A CANTIGA É UMA ARMA – “Que força é essa?”
A CANTIGA É UMA ARMA – “Que força é essa?”

“A Cantiga é uma Arma” desta semana é dedicada a uma das primeiras músicas de Sérgio Godinho, com uma clara orientação de protesto contra as formas de repressão impostas ao proletariado.
Falamos da canção “Que força é essa?”, que faz parte do LP de estreia "Os Sobreviventes", gravado em finais de abril de 1971, nos arredores de Paris, mas que só seria publicado no ano seguinte, em setembro de 1972.
Tal aconteceu por estratégia comercial da editora, a “Sassetti”, para não fazer concorrência ao LP "Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades", de José Mário Branco, que foi a grande aposta da casa para o último trimestre de 1971, a mesma altura em que a “Orfeu”, de Arnaldo Trindade, também editou os álbuns "Cantigas do Maio", de José Afonso, e "Gente de Aqui e de Agora", de Adriano Correia de Oliveira.
É neste contexto de grande agitação que vem a público mais uma voz de contestação ao regime, com “Os Sobreviventes” e a canção “Que força é essa?”, em que se lança um grito cívico de consciencialização e de revolta face à exploração dos trabalhadores.
“É de crer que Sérgio Godinho se tenha inspirado na situação concreta de exploração dos emigrantes portugueses em França (…), mas os principais destinatários da mensagem eram os que viviam cá dentro, sob a vigência da ditadura, ainda mais mal pagos, com piores condições de trabalho e menos direitos laborais.”
Não admira, por isso, que o álbum tenha caído nas garras da censura, “ao ser interditado três dias após o lançamento, sendo sucessivamente autorizado e novamente proibido.”
O sucesso de “Os Sobreviventes” foi, no entanto, imparável, recebendo o Prémio da Imprensa, em 1972, e o Prémio Bordalo, entregue pela Casa da Imprensa, em 1973, como "Melhor Disco Português do Ano" na categoria “Música”, “pelo seu triplo aspeto de qualidade, significação e consciente e eficaz trabalho de equipa”.
Mais de cinco décadas depois, “Que força é essa?” continua um grito intemporal de consciencialização face às injustiças e de revolta contra a submissão que “manda obedecer” e calar:
«Vi-te a trabalhar o dia inteiro,
(…) muita força p'ra pouco dinheiro!
(…) Que força é essa, amigo,
que te põe de bem com outros
e de mal contigo?»
Vamos, então, ouvir – e cantar – “Que força é essa?”, com Sérgio Godinho…
A Organização
Nunca mais para nenhum povo
Nunca mais para nenhum povo.
Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto e de todas as vítimas de todos os atentados aos Direitos Humanos.
27 de janeiro 2024
Conscientes de que é cada vez mais pertinente e oportuno fomentar a memória do Holocausto e promover a prevenção e o combate a todas as formas de discriminação, antissemitismo, xenofobia, racismo, homofobia e outras de desrespeito pela dignidade humana, a Escola Secundária de Ponte da Barca reitera o compromisso de promoção da Memória e do estudo do Holocausto, bem como da Educação para a Paz e para a Tolerância.
Entre os dias 27 de janeiro e 9 de fevereiro, estará patente no Bloco C a exposição: “Estrelas sem Céu. A Infância na Shoá”, produzida pelo Yad Vashem.
Partindo do passado doloroso que foi o Holocausto ou Shoá, pretende-se refletir sobre o presente angustiante que a todos deve inquietar.
A professora responsável
Maria José Gonçalves
Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril: “LIBERDADE É…”
Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril:
“LIBERDADE É…”
No âmbito das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, a Escola Secundária de Ponte da Barca assinalou o Dia Mundial da Liberdade (23 de janeiro) com uma reflexão sobre a Liberdade.
No início das atividades letivas, os alunos foram convidados a visualizar uma curta-metragem que explora o desafio da libertação das múltiplas amarras a que podemos estar sujeitos, seguindo-se um breve debate e o registo, numa tira de papel, de uma mensagem/ reflexão, dando continuidade à frase “Liberdade é....”.
Em termos genéricos, os trabalhos, que foram colocados numa tômbola, revelam uma apurada consciência cívica e uma noção muito clara dos direitos e deveres.
Entre as centenas de textos, há um que diz “não sei o que é”; alguns referem, de uma forma redundante, “Liberdade é… ser livre” ou, então, simplesmente, “poder fazer o que se quiser”; a maioria, porém, revela um bom nível de reflexão, com alusão a aspetos relevantes deste direito consagrado pelas sociedades democráticas.
Eis alguns exemplos dos textos que, entretanto, foram afixados num mural, à entrada do Bloco C da Secundária:
“Liberdade é… o direito de agir, pensar e expressar-se sem opressão ou discriminação”;
“Liberdade é… autonomia, autodeterminação, independência”;
“Liberdade é… como o vento, não podemos vê-la, mas podemos sentir a sua presença e o seu poder”;
“Liberdade é… responsabilidade”;
“Liberdade é… como o sol. É o bem maior do mundo!”;
“Liberdade é… essencial à dignidade humana, é um direito básico e uma pedra angular de uma sociedade feliz, autónoma e produtiva”;
“Liberdade é… ter a possibilidade de ser eu mesma, poder fazer escolhas e viver sem medo”;
“Liberdade é… um valor a que todos aspiramos, ainda que, no mundo que corre, não passe, cada vez mais, de uma aspiração inglória!?”;
“Liberdade é… um direito universal que concede ao homem a possibilidade de usar todas as suas capacidades para o bem de si e de todos”;
“Liberdade é… sermos nós próprios”;
“Liberdade é… é viver sem restrições”;
“Liberdade é… aproveitar a vida ao máximo, poder amar, escolher, opinar. Ser um homem que sabe cumprir tanto os direitos como os deveres”;
“Liberdade é… ter opinião própria, ter opção de escolha, decidir as minhas ações”;
“Liberdade é… felicidade”;
“Liberdade é… renegar a opressão. Rasgar as cordas que nos mantêm oprimidos. Ter uma voz própria. Ser feliz”;
“Liberdade é… um direito que devemos usar com responsabilidade”;
“Liberdade é… conquistarmos o que ainda não foi conquistado”.
Por esta amostra, é possível concluir que a comunidade discente da Secundária de Ponte da Barca tem plena consciência da importância desta conquista de Abril e da necessidade de se cultivar, permanentemente, o valor da Liberdade.
A iniciativa – que se integra num plano alargado de ações comemorativas da Revolução dos Cravos – partiu do Projeto Cultural de Escola, em articulação com a Biblioteca Escolar, e contou com a cooperação dos professores das diversas áreas disciplinares.
A Organização












































