Greve Nacional | 2 de novembro de 2022
Greve Nacional | 2 de novembro de 2022
O Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca vem por este meio alertar todos os pais e encarregados de educação que quarta-feira, dia 2 de novembro de 2022, está agendada uma greve nacional dos Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário e dos Trabalhadores Não Docentes – Assistentes Operacionais, Assistentes Técnicos e Técnicos Superiores, que exercem a sua atividade em serviços públicos ou de resposta social.
Os pais e encarregados de educação devem estar precavidos para esta situação, procurando as alternativas necessárias.
Apelamos à partilha desta informação pela comunidade para que a mesma seja bem difundida.
Carlos Alberto Louro
Diretor
Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca
1º Ciclo comemora o Halloween com uma exposição
1º Ciclo comemora o Halloween com uma exposição
Os alunos das turmas de Inglês (3º e 4ª anos) do Agrupamento de Escolas da Ponte da Barca assinalaram a celebração do Halloween com a realização de uma exposição com trabalhos recorrendo a materiais reciclados.
Agradecemos o empenho, imaginação e criatividade dos alunos e familiares que tornaram a exposição possível!
Prof.ª América Silva
"OPINIÕES DE SEGUNDA" – "A cidade e o campo"
"OPINIÕES DE SEGUNDA" – "A cidade e o campo"
Alunos do 9.º ano debatem Métodos de Estudo
Alunos do 9.º ano debatem Métodos de Estudo
Em articulação com a Direção de Turma e os docentes de OFC, CD e PORT, o professor bibliotecário desenvolveu com cada uma das cinco turmas do 9.º ano de escolaridade uma sessão sobre metodologias de estudo.
O trabalho teve como objetivo educar para a autonomia e para o espírito crítico, suscitando nos alunos a apropriação de metodologias e técnicas de trabalho, e apoiar os utilizadores na apropriação de métodos de trabalho e de estudo autónomo, acompanhando-os na consolidação de competências e de hábitos de trabalho, baseados na consulta, tratamento e produção da informação.
Foi uma oportunidade para analisar/ refletir sobre uma série de situações a evitar e sobre opções a tomar quanto antes, no sentido de tornar o trabalho mais rentável, favorecendo a autonomia dos alunos.
A importância de uma alimentação adequada, de descanso e de momentos de lazer, e a necessidade de criar rotinas de estudo diário, com um horário fixo, foram outros aspetos explorados, assim como um conjunto de recomendações práticas para tornar o estudo mais produtivo.
No final, foi distribuída a cada participante uma brochura intitulada “Metodologia de Estudo”, da autoria do Prof. Luís Arezes, que apresenta seis etapas para um método de estudo e elenca 26 normas para o trabalho individual.
Na página web do Agrupamento (“Alunos”, “Materiais de Apoio”) e no blogue da Biblioteca Escolar (página “Materiais de Apoio”) continua disponível o tutorial utilizado na dinamização da atividade, um documento de apoio aos estudantes e respetivos encarregados de educação, que se vem juntar a outros já anteriormente disponibilizados.
O trabalho revelou-se muito produtivo, despertando nos alunos grande interesse e um sentido de compromisso, tendo em vista a alteração de comportamentos e de atitudes e uma maior responsabilização quanto às tarefas escolares.
Biblioteca Escolar
António Mota aos alunos do 6.º ano: – “Ler não engorda”
António Mota aos alunos do 6.º ano:
– “Ler não engorda”
O escritor António Mota partilhou com os alunos do 6.º ano do Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca um forte apelo à leitura, porque sem ler é impossível escrever bem e interpretar a vida e o mundo de uma forma adequada e, além do mais, ler não engorda.
Falando no Auditório Municipal, no âmbito do projeto “As palavras que nos unem”, o escritor conversou com os mais novos sobre o seu processo criativo – que se traduz em mais de uma centena de livros publicados – e recordou também memórias da sua infância e adolescência, até porque o encontro tinha como mote “Eu já fui da vossa idade”.
A sessão foi aberta pela Vereadora da Educação e Cultura, Rosa Maria Arezes, que a todos deu as boas-vindas, aplaudindo a riqueza e as potencialidades da leitura, cabendo depois João Morales, programador da iniciativa, a tarefa da moderação da conversa que, para curiosidade dos alunos, foi acompanhada em língua gestual.
Num registo descontraído e informal, António Mota falou da vida que cada palavra tem e da magia da escrita, sublinhando, no entanto, que gosta muito mais de ler do que de escrever e ainda bem, porque – explicou – para se escrever com qualidade é preciso ler, ler, ler muito.
Entre recordações da infância e da adolescência e partilha do ambiente que rodeia a criação dos seus enredos, personagens e espaços literários, o convidado respondeu às múltiplas perguntas dos participantes, recomendando ainda alguns livros que lhe são especialmente queridos.
Se, na sequência desta conversa, algum de vocês tiver curiosidade e resolver ler um livro, confesso que já ganhei o dia, porque – concluiu António Mota – talvez tenha ganho um leitor.
E nem de propósito. O autor acabaria por ser surpreendido por uma aluna, a Matilde Pimenta, que brindou o auditório com a leitura – bem expressiva – de um excerto de um dos seus livros, atitude que mereceu um caloroso aplauso.
Recorde-se que “As palavras que nos unem” foi uma iniciativa no âmbito de um projeto da Comunidade Intermunicipal do Alto Minho (CIM Alto Minho), envolvendo os 10 Municípios em encontros literários com autores portugueses, com o objetivo de promover uma reflexão sobre o poder das palavras enquanto instrumento privilegiado para combater desigualdades, alertar para a exclusão e motivar coletivamente para a coesão social.
Com esta participação, a comunidade escolar deu mais um passo no seu esforço diário de promoção do livro e da leitura, reforçando o desígnio da construção de uma “Escola a Ler”.
Biblioteca Escolar
"OPINIÕES DE SEGUNDA" – "À medida dos padrões de beleza"
"OPINIÕES DE SEGUNDA" – "À medida dos padrões de beleza"
Aula Aberta na Igreja de Bravães
Aula Aberta na Igreja de Bravães
Os alunos do 10.º B e 11.º C (Artes Visuais) e do 10.º D (Ensino Profissional) da Escola Secundária de Ponte da Barca, participaram no passado dia 13 de outubro, numa caminhada pela ecovia do Rio Lima e numa visita de estudo à igreja de S. Salvador de Bravães, num total de vinte três alunos, juntamente com os respetivos diretores de turma e outros professores acompanhantes. Os alunos tiveram a oportunidade de contactarem de perto com um dos mais belos portais do românico português, para além do extraordinário manancial que o edifício exibe.
Esta visita pretendeu dar resposta às aprendizagens requeridas no módulo 3 da disciplina de História da Cultura e das Artes, “A Cultura do Mosteiro”, de Desenho, permitindo aos alunos fazer registos no respetivo diário gráfico e responder a desafios lançados pelo Plano Nacional das Artes.
A deslocação fez-se a pé, tendo as condições climatéricas ajudado à boa disposição e à excelente conduta dos alunos apesar do calor que se fez sentir ao longo do percurso, permitindo, deste modo, a todos usufruir da beleza das margens do rio Lima, que, segundo reza a lenda, há séculos atrás teriam “encantado” os legionários romanos, que, perante tamanha beleza proporcionada pelo Lethes, ter-se-ão recusado a atravessá-lo.
Foi feita também uma pequena pausa na Fonte Santa antes de rumarmos ao lugar do Mosteiro.
Dando resposta aos objetivos definidos, os alunos puderam conhecer, admirar, interpretar aquilo que conheciam apenas dos livros, acompanhado dos respetivos registos gráficos, contando com a colaboração da professora Isabel Gonçalves que aproveitou para fazer uma visita guiada aos presentes.
Observar e estudar in loco as obras e conteúdos lecionados, consolidar conhecimentos, reconhecer características específicas do românico em Portugal, preservar e valorizar o património artístico e cultural, estimular a expressão e comunicação artística nos alunos foram alguns dos objetivos definidos para esta visita, pretendendo-se desta forma contribuir para a consecução das áreas de competências inscritas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.
De regresso à escola, auscultadas as opiniões, os alunos foram unânimes em afirmar que, apesar do cansaço e da necessidade de termos acelerado o passo, valeu o esforço.




















