Mostra de Cursos
Mostra de Cursos
A Preparar o Futuro! Escolhe, Explora e Decide!
Tal como nos anos transatos, decorreu no dia 4 de janeiro de 2019, na Escola Secundária da Ponte da Barca, a Mostra de Cursos Superiores e de Cursos Técnicos Superiores Profissionais, promovida pelo Serviço de Psicologia e Orientação.
Estiveram representadas várias instituições de ensino superior (Universidades e Institutos Politécnicos) e as forças armadas (Força Aérea e Exército), disponibilizando-se para esclarecer os alunos sobre a oferta formativa, condições de acesso, notas de candidatura, entre outras informações. Inserida no programa, realizou-se uma palestra, proferida pela Dra. Ana Teixeira, acerca dos cursos ministrados na Faculdade de Economia da Universidade do Porto.
O referido evento contou com a participação dos alunos do ensino básico, 9.º ano de escolaridade, e do ensino secundário que frequentam os cursos científico-humanísticos e profissionais.
Esta e outras iniciativas integram-se no âmbito da orientação escolar e profissional e têm como objetivo apoiar os jovens na construção e implementação de projetos vocacionais, a fim de facultar uma tomada de decisão realista e consistente com o seu projeto de vida.
Margarida Soares (Psicóloga)
Ana Catarina Costa (Psicóloga Estagiária)
Alunos do 10.º ano assistem à “Farsa de Inês Pereira”
Alunos do 10.º ano assistem à “Farsa de Inês Pereira”
Os alunos do 10.º ano assistiram à representação da “Farsa de Inês Pereira”, de Gil Vicente, uma obra cujo estudo faz parte dos conteúdos programáticos da disciplina de Português.
O espetáculo, com encenação de Glória Cheio, realizou-se no auditório da Escola Secundária e esteve a cargo da ACE Teatro do Bolhão, constituindo uma excelente oportunidade para os discentes tomarem contacto “ao vivo” com os diversos códigos cénicos e para consolidarem a compreensão da peça.
Num ambiente muito estimulante sob o ponto de vista cultural, os três atores em cena (Tiago, Mafalda e Edi) interpretaram personagens bem recortadas de uma obra clássica da nossa literatura e, num segundo momento, envolveram-se numa interessante conversa com os alunos, explorando aspetos relacionados com a peça e com a arte teatral.
A representação aconteceu no âmbito do programa de combate ao insucesso e abandono escolares, medida 2 – “Ler Mais para Saber Mais”, um projeto aprovado pela CIM Alto Minho, na sequência de uma candidatura resultante de uma parceria entre o Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca e a Câmara Municipal.
Alunos do 10.º ano
Agrupamento de Escolas promove a solidariedade e distribui 55 cabazes de Natal
Agrupamento de Escolas promove a solidariedade
e distribui 55 cabazes de Natal
O Agrupamento de Escolas de Ponte da Barca promoveu mais uma edição de “Natal para Todos”, realizando a entrega de 55 cabazes a outras tantas famílias de alunos, das mais diversas freguesias do Concelho.
Com este gesto solidário, foram proporcionadas algumas condições para que estes agregados familiares tenham umas Festas com um pouco mais de calor humano e de conforto.
A exemplo do que vem acontecendo há alguns anos, um grupo de professores e de alunos levou a cabo no “Pingo Doce”, ao longo do fim de semana de 8 e 9 de dezembro, uma campanha de recolha de géneros alimentares.
A mobilização da comunidade escolar em torno deste desígnio começou, no entanto, ainda em novembro. Por ocasião do Dia Nacional do Pijama / Dia Internacional dos Direitos da Criança, a Associação de Estudantes da Escola Secundária dinamizou uma ação de recolha solidária de alimentos que, depois, se alargou, às restantes escolas do Agrupamento (EB Diogo Bernardes, EB de Crasto e EB de Entre Ambos-os-Rios), com o envolvimento de toda a comunidade: alunos desde a Educação Pré-escolar ao 12.º ano e respetivas famílias, educadoras, professores titulares e docentes dos 2.º e 3.º Ciclos e do Secundário, e ainda funcionários.
De toda esta conjugação de esforços, que registou uma boa adesão, foi possível angariar quase duas toneladas de alimentos.
Organizados os 55 cabazes, foram entregues pelo Grupo de Educação Moral e Religiosa Católica, pela Biblioteca Escolar e pelo Clube da Floresta Prosepe nas casas de outras tantas famílias de alunos, de acordo com uma seleção que os serviços competentes realizaram, tendo em conta fragilidades socioeconómicas.
Com esta ação, exerceu-se a cidadania e verificou-se como a solidariedade está ao alcance de todos e constitui um valor fundamental na construção de uma sociedade cada vez mais fraterna e mais humanista.
A Organização
Apontamento Histórico - 11 de janeiro de 1890 - Ultimato inglês a Portugal
APONTAMENTO HISTÓRICO DA SEMANA
11 de janeiro de 1890 - Ultimato inglês a Portugal
O Ultimato consistiu num telegrama/memorando enviado ao governo português pelas autoridades inglesas, a 11 de janeiro de 1890. A missiva exigia a retirada imediata das forças militares portuguesas mobilizadas nos territórios entre Angola e Moçambique. Esses territórios correspondem aos atuais Zimbabwe e Malawi. Caso a exigência não fosse acatada por Portugal, a Inglaterra avançaria com uma intervenção militar.
Na segunda metade do século XIX, a Europa conheceu um elevado crescimento económico. Esta situação exigiria novos mercados e novas fontes de matéria-prima. Daí o forte expansionismo europeu em África durante este período. A Conferência de Berlim (1884-85) criara um novo ordenamento jurídico baseado na ocupação efetiva; ou seja, as pretensões portuguesas baseadas no direito histórico só se tornariam válidas se Portugal se apoiasse numa autoridade que fizesse respeitar os direitos adquiridos e a liberdade de comércio e trânsito.
Para Portugal, as colónias africanas tinham, sob o ponto de vista económico, um papel quase irrelevante. Porém, convinha salvaguardar os direitos históricos de Portugal. Portugal tinha pretensões a criar um novo Brasil, um autêntico império colonial africano, e esta era a sua última oportunidade para o conseguir. Multiplicam-se então as expedições científicas ao continente africano e redobram-se os esforços diplomáticos.
Assim, em 1886, Portugal dá a conhecer as suas pretensões coloniais sob a forma do "Mapa cor-de-rosa"; tratava-se de um projeto de ligação da costa angolana à costa moçambicana. O governo português dá início a várias tentativas de ocupação efetiva, numa disputa colonial com a Inglaterra, nomeadamente com o plano de Cecil Rhodes, que pretendia ligar o Cabo ao Cairo, sempre por solo britânico. A uma dessas tentativas a Inglaterra responde com o Ultimato. A notícia do mesmo e o posterior acatamento por parte das autoridades portuguesas provocariam em todo o reino uma gigantesca onda de indignação popular. Este sentimento é habilmente explorado pelas hostes republicanas; prova disso é a tentativa de derrube da monarquia e instauração da república um ano depois, no Porto, na revolta de 31 de Janeiro de 1891.
Fonte: https://www.infopedia.pt
DCSH- Grupo Disciplinar de História
Maria Paula S. Silva, António João Guerra





















